sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

19 de Fevereiro – Treino leve

Mais um domingo que se adivinhava excelente para o treino. Estava frio mas nada que umas subidas não ajudassem a esquecer.

Depois de beber o café, estávamos a posar para a fotografia e a aproveitar para aquecer:

Ainda nem tínhamos aquecido os turbos e já tínhamos chegado à Mealhada:

Após a saída da Mealhada, cortamos para a Pampilhosa, seguindo depois para Souselas:

 
Até aqui ainda não tínhamos feito nenhuma subida a que pudéssemos chamar de subida...até aqui...porque agora havia para enfrentar uma pequena mas bastante íngreme. Em jeito de vingança por causa da subida, aproveitámos a descida que se seguiu. Embora tivesse bastantes curvas, com algum cuidado, lá chegámos a Souselas, sempre bem dispostos e na brincadeira:
Em Coimbra, seguimos na direcção da Geria, cortando na rotunda para Cantanhede.
Chegando aqui, o ritmo começou a aumentar pouco a pouco.”É para ir devagar! Sem passar dos 50!”
E realmente não passámos dos 50 mas houve alturas em que faltou pouco.
Ainda antes de Cantanhede tivemos de fazer uma paragem de emergência nas bombas de gasolina para encher os pneus da bike do Vítor e do Hélder.
Nas subidas que se seguiram ainda houve alguns sprints para a camisola do prémio de montanha!




O ritmo abrandou assim que chegámos à rotunda de Cantanhede...mas foi sol de pouca dura, pois o Hélder e o João iam ao despique...estavam no picanço para ver quem chegava a Mira primeiro...mas havia um problema! A rota traçada seguia para as Campanas e não para Mira! Ups...depois de voltar para trás, o ritmo voltou a aumentar. Enquanto uns diziam“A 50, pessoal! É para ir a 50”, outros diziam ”Vai...Vai...vai mais devagar!” mas ninguém descolava do grupo.
Nas Campanas decidimos ir até à Mamarosa, em vez de seguirmos para Vilarinho.
Lá fomos rolando a uma  velocidade cruzeiro bastante boa:

e sem dar conta, já estávamos praticamente em Anadia:




Como ninguém está a tomar “nitro” para andar depressa, o organismo já estava a pedir um descanso. Na EN1 até Avelãs, fomos mais devagar. Além disso, tínhamos de ter bastante cuidado pois o trânsito era bastante.
Os restantes quilómetros até ao reforço do café do Zé, o café S. Pedro, já eram poucos! Quem bem soube a recuperação de vitaminas!
A fotografia do reforço com o sogro do Zé:

e com o Zé, que apesar de não ter treinado estava equipado!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

12 de Fevereiro – Mais um treino de Domingo



Mais um domingo de Inverno. O Paulo Neves e o João foram representar o AnadiaBikers no 2º BTT Rota de S.Tiago. Quem não foi participar na prova, fez um treino sem grande stress.
Sendo assim, depois do café foi altura da partida:




Rapidamente chegamos à Pocariça. O mais difícil foi encontrar um ponto onde pudéssemos ver os BTTistas a passar. Mas depois de perguntar à gente da terra, fomos até à zona da partida/reabastecimento/controlo.






Como a prova consistia em duas passagens no circuito (isto para a Meia-Maratona), estávamos a contar ainda ver o João e o Paulo Neves.
Depois de esperar um pouco o Paulo Neves chegou ao controlo:



A velocidade era tanta que nem deu tempo de parar para reabastecer:




Esperamos mais um pouco para apoiar o João mas o vento soprava com alguma intensidade e já estávamos a começar a tremer com frio. Partimos desejando aos nossos amigos e a todos os atletas boa sorte na prova.
Depois de arrancar, em poucos minutos estávamos em Cantanhede. Daqui para a frente tivemos de enfrentar o vento. Fosse qual fosse a direcção que tomássemos, tínhamos o vento de frente, sempre a dificultar a viagem. Para seguirmos a 20 km/h tínhamos de fazer o mesmo esforço que normalmente faríamos para rolar perto dos 30 km/h (ou mais ainda). De vez em quando, as rajadas de vento eram tão elevadas que até nos alterava a rota e acabávamos por parecer um grupo de ciclistas alcoolizados.Além do esforço a que o vento obrigava também tínhamos de ter atenção ao trânsito, pois há sempre condutores que teimam em fazer tangentes aos ciclistas.
Para terem uma ideia da intensidade do vento, ao descer de Murtede para a Mealhada, mesmo a pedalar bem, mal chegávamos aos 30 km/h.
Depois da Mealhada, seguimos pela EN1. Depois de passar por Avelãs,




ainda seguimos até Aguada. Fizemos um pouco de ciclo-turismo pela nossa região, que, verdade seja dita, tem uma beleza natural imensa.
Quase em Boialvo, o Vítor Santos e o Vicente já estavam a combinar a estratégia.




Depois de Boialvo, chegamos à Candeieira. Localidade onde está a recta do Sprint...mas será que hoje voltámos a ter "sprint"? Bom, passar aqui e não “sprintar” é o mesmo que ir a Roma e não ver o Papa, ou ir fazer o Camino de Santiago e não beber umas Mixtas (é um tipo de cerveja com um travo a limão) pelo caminho.
No início, o Vicente começou a aumentar o ritmo mas sem exagero. Depois foi a vez do José Luís ir puxar pela malta. Foi o suficiente para o Vicente, o Vítor Santos e o Paulo seguirem a tanta velocidade quanto as pernas tinham força para pedalar. Que sprint!
O grupo dividiu-se um pouco mas rapidamente estávamos todos reunidos no café do Zé para repôr energias.
O Paulo Neves não teve possibilidade mas o João veio ter connosco para partilhar as experiências da prova.
Assim que possível colocaremos a classificação dos nossos atletas na 2º BTT Rota de S. Tiago mas por enquanto temos algumas fotografias deles em acção:












Agradecemos aos nossos amigos Tremoceiros Casa de Povo de Cadima BTT pelas fotos.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

5 de Fevereiro – Vamos ver o mar!


À hora combinada já estávamos prontos para arrancar. Apesar do frio,todos queriam fazer o treino semanal.
Como o Vicente queria ir ver o mar, ficou definido que íamos até à Praia de Mira.



O Sol estava a brilhar mas a temperatura era bastante baixa. O João estava a tentar aquecer as mãos que por esta altura ainda pareciam serem blocos de gelo...



Boa imagem...malta desportista a passar numa bela zona bairradina...tinha de ser em zona de vinha, claro!



Já na Poutena, o Vicente estava a tentar a fuga, seguido de perto pelo João, que estava atento:



mas a malta estava ainda a tentar aquecer.
Para além disso, também estávamos a andar a um ritmo mais baixo para dar tempo ao Hélder de nos alcançar, pois tinha saído do trabalho e não conseguiu arrancar connosco do café S. Pedro.



Ao chegar às grandes rectas que passam os pinhais, já circulávamos a um ritmo mais elevado:




mas havia sempre tempo para ir conversando, trocando ideias e rindo...
Depois de chegar ao Corticeiro, quase nem damos conta e já estamos na vila de Mira. Aqui começa a “via-rápida” até à Praia de Mira). Aproveitamos este troço para aumentar a média enquanto ainda não se paga portagens...era complicado passar nos pórticos sem os identificadores nas bikes...
Uns minutos depois de ver o mar, como era a intenção do Vicente, chegou o Hélder...por pouco não nos alcançava em andamento!



Já com todo o grupo reunido, metemo-nos a caminho de casa.








Depois da Malaposta, o Ernesto seguiu na direcção de casa


enquanto o grupo foi na direcção de Avelãs de Caminho. O Hélder seguiu para casa e o Vítor Santos seguiu na EN1 mas o grupo agora mais pequeno foi até ao café do Zé, para reforço de vitaminas e sais minerais. O Vítor, que não tinha tido hipótese de treinar hoje por motivos pessoais, estava à espera dos atletas, para pagar uma rodada!